domingo, 25 de abril de 2010

Madrugada


Com os olhos ainda inchados, retomo á rotina.

A mesma rotina que tenho quando essas cOisas acontecem.

Tudo não passou de um pesadelo? Não. Era tudo verdade mesmo.

Era não, É VERDADE.

São nessas ocasiões que minha veia poética mostra as caras, consigo escrever coisas que nem sei como tenho capacidade.

Tudo está como uma núvem de fumaça.
A tristeza ainda me ronda.
Esse assunto não sai da minha cabeça, e todas as vezes que relembro, o pranto volta.

A última madrugada foi tensa.
Me perdia entre lágrimas, soluços e cochilos. Tudo estava nublado, tudo estava triste. Acordei com os olhos muito inchados.

E durante o dia, diversos fatores me lembravam você... Músicas,perfumes,palavras. Isso me irritava e ao mesmo tempo me confortava.

Confortava ao lembrar da sensação maravilhosa que era estar contigo.
Mas agora a sensação triplica.

E agora estou aqui a escrever, em minha sala escura, num domingo sem muita movimentação, e aguardando a proxima oportunidade não muito distante de te ver. E sentir essas sensações novamente, mesmo que eu não possa ter a oportunidade de desfrutar você.

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